Banco flexibiliza regras e dispõe de R$ 850 milhões para financiamentos
Enviada em 30 de maio de 2008 – Imprimir esta matéria – Enviar para um amigo
Os recursos provêm do Fundo Constitucional de Financiamento do Norte (FNO)Um montante de R$ 850 milhões de reais é o total de investimentos que o Banco da Amazônia pretende aplicar em recursos do Fundo Constitucional de Financiamento do Norte (FNO) em junho. Neste ano, a instituição já aplicou R$ 500 milhões. Trata-se de um momento propício para investimentos, bem como para a aquisição de insumos e matéria-prima, uma vez que foram flexibilizadas as condições de financiamento para capital de giro não-associado a investimento.
Para isso, a exemplo do que foi feito para operações de investimento, o Banco aprovou mudanças que simplificam o acolhimento da proposta, análise e a contratação de operações de capital de giro não associado, com recursos do FNO. As principais condições são as seguintes:
*Financiamentos pagos no prazo terão bônus de 15% sobre os encargos financeiros.
Outra facilidade foi a alteração para 40% da parcela equivalente ao custeio associado e/ou comercialização, podendo esse percentual ser elevado até 80%, no caso de investimentos mistos, nos empreendimentos rurais.
Com tais mudanças, o processo todo de concessão de crédito ganha agilidade, podendo ser aprovado em até cinco dias para capital de giro e 35 dias para investimento, por contar, também, com equipes qualificadas para análise das propostas.
Para atrair novos negócios, o Banco vai realizar visitas a clientes e não clientes, através de suas agências e superintendências.
O principal objetivo do Banco é aplicar o volume total dos recursos disponíveis do FNO, em empreendimentos considerados de grande importância para o desenvolvimento sustentável local e para aqueles considerados prioritários, quanto à aplicação dos recursos, sob os aspectos sociais, econômicos e tecnológicos. Deverão também ser direcionados para adquirir matérias-primas, insumos, bens e/ou de produtos necessários à formação ou manutenção de estoque para desempenho da atividade do beneficiário.
A iniciativa traz uma postura proativa, ou seja, conhecer o cliente, identificar suas necessidades e os riscos envolvidos antes que haja uma demanda por crédito. Essa metodologia, além de estar de acordo com o modelo de mercado e possibilitar maior agilidade na concessão do crédito, vem ao encontro do planejamento do Banco que direciona sua estratégia no sentido de atender às expectativas de seus clientes como um todo, ao invés de focar única e exclusivamente em produtos.
Com essas modificações, o Banco objetiva atrair mais projetos e investidores, contribuindo para o desenvolvimento sustentável da Região Amazônica.
Fonte: Banco da Amazônia





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